Nome
Arthemis Little
Idade
365 a.C.
Signo
E eles acreditavam nessa de signo naquela época???
Cor Favorita
Verde/roxo (são duas, bobinha! mas eu gosto das duas, deixa, vai...)
Gosta de...
Cinema, O Teatro Mágico, música, chocolate, desenhos idiotas, ler, fotos, viajar, receber cartas, comer, dormir e gosto muito de algumas pessoas.
Não gosta de...
Acordar, baratas, tédio, e quando todas as coisas de que gosto acabam...
Onde mora
Em Nowhereland
Bandas e cantores favoritos
O Teatro Mágico, Engenheiros do Hawaii, Legião Urbana, Beatles, Seu Zé, Silverchair, Spice Girls, Alanis Morissette, Aerosmith, e costumo gostar de música clássica
Super Herói favorito
Capitão Cueca
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Sábado, Dezembro 13, 2008
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Sexta-feira, Dezembro 12, 2008
Não te sintas estranha se minha humilde pessoa disser que és a menina dos meus olhos, pois longe deles não te quero ver jamais. Cada unidade de luz que em ti reflete se acomoda em meus olhos tão delicadamente quanto é possível a uma simples unidade de luz que se enobrece pelo fato de tocar-te. O vento se faz forte para alcançar-te e pára ao conseguir, querendo apenas ser o ar ao teu redor. O ar que tu respiras é o mais puro, é o melhor, é aquele que está perto de ti. Viver ao teu lado é em mim o que há de essencial, ver o sorriso dos teus olhos, a correria solta dos teus cabelos, mas não as lágrimas. As lágrimas, nunca.
A primavera te segue por todos os cantos para que em teu caminho não haja escuridão, e as flores são felizes por te ver passar. Tudo ao teu redor lá se encontra unicamente por tua causa. Quero que tirem de mim a lua, os doces e a música que dá ritmo à minha vida, mas que nunca me torturem ao me fazerem passar metade de um instante longe de você, minha pequena ana.
por -=littlearthemis=- * |
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Sábado, Outubro 04, 2008
-Como faço para amar alguém?
-Por que quer saber?
-Quero aprender a evitar. Como faço para amar alguém?
-Não faz. O amor é uma coisa que sai das pessoas e vaga pelo mundo, até o dia em que encontra um qualquer andando pelo meio da rua e pensa "gostei de você". A partir de então, passa a habitar essa pessoa e fazer das coisas mais mirabolantes para que o ser que habita e o ser de onde saiu se encontrem. Não há o que se possa fazer contra isso.
-Você entende mesmo dessas coisas?
-Não.
por -=littlearthemis=- * |
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Quinta-feira, Agosto 14, 2008
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Sábado, Julho 19, 2008
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Quinta-feira, Maio 01, 2008
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Quarta-feira, Março 26, 2008
Escrever letras aos vizinhos de todos os vizinhos de cada habitante do mundo, guardá-las em envelopes coloridos e entregá-los a todo pássaro mensageiro que saiba aos destinos chegar. Desviar toda a produção mundial de lápis, giz, tinta e quaisquer objetos que possam imprimir cor a todos os papéis e cartolinas que existirem: criar cartazes.
Cartazer criar, afixar cartazes, mover cada cavalo que se mova a vida para leva-los a todos os viajantes que não receberem as letras enviadas. Cantar músicas, escrever seus conteúdos e melodias a fim de que a linguagem universal não deixe de fora nem aqueles que não sabem decifrar os caracteres unidos em papel que com o tempo se acaba. Enviar decibéis, emiti-los em tal intensidade, que quase chegue a estourar as caixas de som.
Cartazes afixar, letras enviar, músicas cantar, para que tudo o que é animado neste pequeno planeta saiba que a pequena ana é feliz.
E a pequena ana é feliz.
por -=littlearthemis=- * |
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Quinta-feira, Outubro 18, 2007
-Meu cabelo não é ruim, não, meu cabelo é enrolado, bem enroladinho, e com ele eu posso fazer o que quiser. Posso enrolar mais, menos, mais ou menos, deixar todo liso ou deixar como é, que é meu cabelo enroladinho. Ruim, mas ruim mesmo, é aquele cabelo que nem friso pega, é o cabelo da modelo que nem novelo de lã consegue deixar enroladinho que nem o meu!
Ana passara toda a vida tentando dar um jeito naquele cabelo, tentando fazer com que ele ficasse liso como o das modelos. Ela mesma vivia em seu mundo estereotipado, industrializado e completamente importado, querendo ser igual a eles, mas afinal quem são eles? O que é rock'n roll (os óculos do John ou o olhar do Paul?)? Ela nunca havia parado para pensar nisso.
Mas um dia algo novo apareceu à sua frente, e se os estudiosos dizem que literatura boa é aquela que apresenta algo novo, Ana sabia o que era aquilo, aquilo era outra forma de arte - mas arte era - era a pura boa música. Ana sentiu-se, como nunca antes, envolvida por aquelas estranhas ondas que perfuravam como algodão seus olhos, seus ouvidos e seu coração - e no mundo dos sonhos de Ana, esse órgão, e não cinzento lá de cima, é sim o centro das emoções.
A mágica do teatro, não o teatro prédio imóvel que apresenta peças, mas a peça móvel não só de teatro que se apresentava naquele momento, plantou em Ana a semente de algo maior, da pessoa maior que ela passaria a ser após aquele dia.
E desde então os horizontes daquela menina quase não mais podem ser vistos por ela mesma, ela aprendeu a ver, ouvir, e não só respeitar, mas gostar de tudo aquilo que estava ali e ela não via. Uma parte que não tinha.
por -=littlearthemis=- * |
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Segunda-feira, Novembro 27, 2006
Utopia
-Por que as coisas não são como nós queremos?
-Não sei. Acho que é o destino de todos nós... A felicidade é inatingível. De qualquer forma, falar da desgraça habitual é sempre bom. O que você quer e não tem?
-Não é necessariamente "o que", mas "quem". Eu queria alguém só para mim. Alguém que gostasse de mim tanto quanto eu pudesse gostar dessa pessoa, ou mais que isso. Alguém que se preocupasse comigo, mas não se preocupasse com meus defeitos. Alguém que não tivesse defeitos com os quais eu poderia me incomodar. Alguém que fizesse algo por mim, e alguém por quem eu sofreria para fazer algo. Eu quero alguém só para mim, e você? - perguntou, com os olhos cheios de lágrimas - existe algo que você queira?
-Eu só quero você.
Mas, afinal, nem sempre somos quem as pessoas querem que sejamos. A felicidade é inatingível.
por -=littlearthemis=- * |
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Domingo, Outubro 29, 2006
Janaina sentia o vazio voltando e os insetos não deixavam a casa.
Não queria que ele voltasse.
Como queria tê-lo de volta só para ela.
O vazio a incomodava. Nada para se sentir a não ser um grande... Nada. Apenas os insetos a faziam companhia, e não era exatamente isso que ela queria. Não era exatamente eles que ela queria.
Na casa em que estava presa, as janelas não eram abertas. Ela fora privada de seu único e verdadeiro amor. E passava os dias, um após o outro, sem intervalo e sem direito a viagens ao futuro, pensando nele.
Janaina sentia falta dele, de todos os momentos que passaram juntos, só os dois. Apenas Janaina e o vento. O vento, que sempre a abraçou, e que nunca a deixou sentir-se sozinha. Ela sempre tinha o vento, e ele sempre estava lá, onde e quando ela quisesse. Ela não precisava vê-lo, queria apenas senti-lo.
Ela não o queria.
Ela não os queria.
Ela apenas queria fazer parte dele.
por -=littlearthemis=- * |
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